Prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem.

Detectar o incêndio e outros acidentes de menor proporção no início podem deixar de transformar-se em tragédia se forem evitados e controlados com segurança e tranqüilidade por pessoas devidamente treinadas. Na maioria das vezes, o pânico dos que tentam se salvar faz mais vítimas que o próprio acidente.

Grande parte desse tipo de acidentes são imprevisíveis, porém podem ser detectados, logo no início, com a instalação de um sistema de alarme de incêndio, proporcionando agilidade nas ações a serem realizadas para controlá-los.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o mais correto é que todos os trabalhadores da empresa coloquem em prática as normas estabelecidas sobre os cuidados preventivos e o comportamento diante de acidentes, promovendo exercícios, através da simulação de incêndios. Esse tipo de prática contribui suficientemente para a prevenção e a segurança de todos. Mas para efetuar essa operação é necessário um fator indispensável, a existência – em perfeito estado de uso e conservação – de equipamentos destinados a combater incêndios  conforme as condições de segurança estabelecidas por lei, que vão desde a obrigatoriedade de extintores de incêndios, hidrantes, mangueiras, registros, chuveiros automáticos (sprinklers) e escadas com corrimão.

Para se utilizar um sistema de alarme de incêndio, é indispensável que seja feita uma pesquisa sobre os equipamentos disponíveis no mercado, a idoneidade do fabricante e a experiência do profissional que fará a instalação.

Por que usar um alarme de incêndio no seu negócio?

O principal benefício da utilização desses equipamentos é ter a chance de detectar o acidente logo no início e evitar que tome maiores proporções. Com essa agilidade, é possível amenizar danos e reduzir a exposição de clientes e funcionários a maiores riscos.

Existem vários tipos de equipamentos destinados à prevenção a incêndios, alguns deles são:

–           Detector de fumaça: dispara o alarme ao detectar indícios de fumaça gerados pelo princípio de incêndio e envia a mensagem sobre a ocorrência à Central. Detectores confiáveis reduzem disparos de alarmes falsos, pois possuem proteção contra poeira.

–           Detector de temperatura: dispara caso a temperatura do ambiente atinja a temperatura máxima previamente configurada. Ao detectar esse calor, os detectores avisam a Central da ocorrência.

–           Acionador manual: precisam estar disponíveis e visíveis para que qualquer pessoa que perceba o princípio de incêndio possa acioná-los manualmente para também comunicar a Central.

–           Sinalizador audiovisual: o equipamento dispara quando a Central recebe o aviso de possível incêndio por outro tipo de dispositivo. Emite um sinal visual e sonoro, indicando a todas as pessoas a situação de alerta.

–           Central de alarme de incêndio: é o cérebro da operação e deve ser configurada por uma pessoa qualificada. Os dispositivos são conectados à central que, por sua vez, monitora todo o sistema e recebe informações dos dispositivos. Caso um deles detecte um princípio de incêndio, a central será a responsável por enviar os comandos que ativarão as sirenes de alarme de incêndio.

Como saber qual o melhor alarme

Para cada tipo de edificação predial há a necessidade de um sistema diferente de alarme. Prédios pequenos e com estruturas simples, podem utilizar equipamentos mais simples, que me enviam alarmes por setores. Já edifícios maiores exigem uma detecção mais precisa. Nesse caso, o equipamento deve  possuir um identificador específico em cada dispositivo para que a central consiga informar o local exato e o alarme acionado.

Os sistemas de alarme de incêndio devem entrar na pauta de segurança das reuniões de diretoria e Segurança do Trabalho.